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Pela terceira vez, Forbes elege Miguel Setas, da EDP, como um dos melhores CEOs do Brasil

A revista Forbes escolheu o presidente da EDP, Miguel Setas, como um dos melhores CEOs do Brasil em 2018. Pela terceira vez, o executivo foi reconhecido pela publicação, uma das mais importantes da imprensa brasileira e internacional.

Ele foi o único CEO do setor elétrico selecionado entre os 15 líderes mais respeitados por especialistas das principais consultorias e de algumas das melhores escolas de administração e negócios do mundo. A revista destaca que o presidente é um dos responsáveis por triplicar o valor de mercado da Companhia e está à frente de projetos inovadores, como a robotização de processos, além de liderar o novo ciclo de crescimento da Empresa, focado em Transmissão e Soluções em Energia.

No Ceará, a EDP é responsável pela UTE Pecém I, sediada no município de São Gonçalo do Amarante. Em operação desde 2012, a Usina gera 370 empregos diretos e 1.053 empregos indiretos. A atividade da termelétrica foi responsável pela transformação do Ceará de estado importador em exportador da energia elétrica.

“Esse resultado é fruto do trabalho de toda a equipe da EDP e dos nossos parceiros de negócio, a quem agradeço pelo entusiasmo com que, diariamente, fazem a nossa operação acontecer de forma inovadora, sustentável e competitiva”, afirma Miguel Setas.

Com mais de 20 anos de atuação, a EDP é uma das maiores empresas privadas do setor elétrico a operar em toda a cadeia de valor. A Companhia, que tem mais de 10 mil colaboradores diretos e terceirizados, atua em Transmissão, Comercialização e Soluções em Energia, e possui 15 unidades de geração hidrelétrica e uma termelétrica. Em Distribuição, atende cerca de 3,4 milhões de clientes em São Paulo e no Espírito Santo. Recentemente, adquiriu participação na CELESC, em Santa Catarina. No Brasil, é referência em áreas como Inovação, Governança e Sustentabilidade, estando há 12 anos consecutivos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3. Possui valor de mercado de cerca R$ 9 bilhões, três vezes mais do que em 2005, quando abriu seu capital em bolsa.

Há dez anos no País, o executivo português comanda a EDP Brasil desde 2014 e, desde 2015, integra o conselho mundial do grupo EDP.