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Terceiro Milênio experimenta a liberdade pela quimera do amor

Olhar da doutora em gêneros Alice Schuch é para valores elevados em um sociedade humana e perene de todos os tempos

A doutora em gêneros Alice Schuch avisa que o Terceiro Milênio não chegou para mostrar as diferenças e sentir a dor de ver pessoas saírem do anonimato para recair na brutalidade, na ignorância, no atraso, mas sim para propiciar a liberdade aos que dela estiveram privados e acima de tudo proporcionar-lhes sociedades civilizadas, laboriosas, ordeiras e cultas. A via é o amor que existe dentro dos corações, sempre mais sublime de quem quer que o defenda, pois é uma das ideias mestras do humanismo perene de todos os tempos.

“Antigos textos sagrados da Índia nos trazem que o amor existente dentro do nosso coração é menor do que um grão de mostarda e, todavia, o Deus que está dentro deste mesmo coração é maior que a Terra, maior que o Céu, maior que todos os mundos”, ilustra.

Para Alice, o amor é a força da humanidade e também a grande quimera que depende apenas de encontrar sentimentos elevados, os nobres instintos que o Século XXI precisa saber despertar e desenvolver. “São os mesmos nobres instintos que nos levou a realizar tudo que de grande e belo existe no mundo, e sem os quais – atrevo-me a dizer – nada seríamos”, completa.